quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Ilusões de Óptica

Movimento






















Pontos pretos piscando?















Quer ver as bolinhas rosas desaparecerem? Concentre-se no + da figura...


















Concentre-se por uns 30 segundos no ponto ao centro da figura a esquerda e depois foque a da direita. Bandeira de qual país você vê?












Mercado de escravos com busto de Voltaire - Dali


















Teste de inocência.


















Maurits C. Escher

















Manu Chao - 2001 - Proxima Estacion ... Esperanza


















Segundo álbum do Manu Chao, tão bom quanto o primeiro. Lembro que quando eu conheci o som desse cara foi logo o Clandestino e esse álbum ai numa pancada só, foi uma verdadeira revolução na minha cabeça !! Lembro de mim e meus amigos diariamente viajando horas e horas nesse som, muitas boas lembranças dessa época !! É com muita satisfação que compartilho nesse espaço esse álbum que foi tão importante para mim. Good vibes !!


  1. "Merry Blues"  English3:362.
  2. "Bixo"  Galician1:523.
  3. "El Dorado 1997" (Chao, François Meslouhi, Tito Velez)Portuguese1:294.
  4. "Promiscuity"  English1:365.
  5. "La Primavera"  Spanish1:526.
  6. "Me Gustas Tú"  SpanishFrench4:007.
  7. "Denia"  Arabic4:398.
  8. "Mi Vida"  Spanish2:329.
  9. "Trapped by Love"  English1:5410.
  10. "Le Rendez-Vous"  EnglishFrench1:5611.
  11. "Mr. Bobby"  English3:4912.
  12. "Papito"  Spanish2:5113.
  13. "La Chinita"  Spanish1:3314.
  14. "La Marea"  Spanish2:1615.
  15. "Homens" (Chao, Valeria Dos Santos Costa)Portuguese3:1816.
  16. "La Vacaloca"  Spanish2:2317.
  17. "Infinita Tristeza"  Spanish3:56




Retirado de SacundinBenBlog

Concurso Internacional de Fotografia Digital - PhotoRadar

2º lugar 2010 categ. Isso é Britânico: Reflecting by Ben Bruce (Ing.)














1º lugar 2009 categ. Visão Digital: How Mountains Are Made - Sabina Dimitriu (Romênia)
















Retirado de PhotoRadar

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Concurso Internacional de Fotografia Digital - PhotoRadar

1º lugar 2010 categoria DOCUMENTÁRIO: Scavenger in Jakarta by Joakim Behrman (Inglaterra)


















Categoria Preto e Branco


1º lugar 2009: The Naked Truth - Carla Broekhuizen (Holanda)
















2º colocado 2009: Don't Give Up - Janet Shui Kee Yim
















Retirado do PhotoRadar

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Black Sabbath - 1972 - Vol.4


















Um grande clássico da banda pioneira de heavy metal Black Sabbath, onde eles revelam a primeira de muitas alterações no som, com uma clara influencia progressiva. Destaque tambem para a balada Changes, musica que com certeza todo mundo ja ouviu alguma vez.



1. "Wheels of Confusion"  8:14
2. "Tomorrow's Dream"  3:12
3. "Changes"  4:46
4. "FX"  1:43
5. "Supernaut"  4:45
6. "Snowblind"  5:31
7. "Cornucopia"  3:54
8. "Laguna Sunrise"  2:53
9. "St. Vitus Dance"  2:29
10. "Under the Sun"  5:50

Concurso Internacional de Fotografia Digital - PhotoRadar

Melhor portfólio 2010: LJ's portfolio, representando pessoas de rua que conheceu em uma jornada pessoal.

































Retirado de PhotoRadar

sábado, 18 de dezembro de 2010

R.E.M. - 1992 - Automatic for the People


















Um dos álbuns de rock mais sensacionais da história, verdadeira obra-prima !! John Paul Jones foi o responsável pelos arranjos de cordas ouvidos no álbum.
Foi revelado que Kurt Cobain esteve ouvindo este álbum durante um período antes de cometer suicídio, em 5 de abril de 1994. De fato, a canção Everybody Hurts, considerada por muitos como a música mais triste do mundo, foi composta por Michael Stipe (com música de Bill Berry) como uma reação à onda epidêmica de suicídios entre pessoas jovens.



  1. "Drive" - 4:31
  2. "Try Not to Breathe" - 3:50
  3. "The Sidewinder Sleeps Tonite" - 4:06
  4. "Everybody Hurts" - 5:17
  5. "New Orleans Instrumental No. 1" - 2:13
  6. "Sweetness Follows" - 4:19
  7. "Monty Got a Raw Deal" - 3:17
  8. "Ignoreland" - 4:24
  9. "Star Me Kitten" - 3:15
  10. "Man on the Moon" - 5:13
  11. "Nightswimming" - 4:16
  12. "Find the River" - 3:50



Concurso Internacional de Fotografia Digital - PhotoRadar

Categoria ALEGRIA


1º lugar: Joy of Nature by Nimai Chandra Ghosh (Índia)
















2º lugar: The Getaway by Richard James Taylor (Ing.)
















Retirado de PhotoRadar

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

João Bosco - 1984 - Gagabirô



















Do mestre imortalizado por Elis Regina, álbum com um toque psicodélico, a começar pela capa.


  1. Bate um balaio ou Rockson do Pandeiro (João Bosco)
  2. Papel marché (Capinan, João Bosco)
  3. Preta-porter de tafetá (Aldir Blanc, João Bosco)
  4. Ima dos ais (Capinan, João Bosco)
  5. Gagabirô (João Bosco)
  6. Jeitinho brasileiro (Aldir Blanc, João Bosco)
  7. Tambores (João Bosco)
  8. Retorno de Jedai (Aldir Blanc, João Bosco)
  9. Senhoras do Amazonas (Belchior, João Bosco)
  10. Dois mil e índio (Aldir Blanc, João Bosco)





Eco4planet














http://www.eco4planet.com/pt/
http://www.eco4planet.com/pt/


eco4planet, cujo nome tem origem em ecology for planet é um portal de conteúdo focado em tecno-ecologia que apresenta blog e buscas no sistema Google Pesquisas Personalizadas como base. O projeto efetua plantio de árvores de acordo com o número de acessos dos usuários e promete economia de energia proporcionada pelo fundo preto.

[editar]Histórico

Criado em Abril de 2008 sob o nome GoogleNight, o site promove o uso de seu buscador de motor Google visando economizar até 20% de energia no monitor do usuário devido ao fundo preto, o que resultaria em 7 milhões de kilowatts-hora ao ano[1] e, consequentemente, protegeria a Natureza de agressões provocadas pelo processo de geração de energia elétrica.
Citado entre os 88 truques para ganhar tempo com o Google pela Revista Info Exame de Setembro de 2008, atualmente contabiliza mais de 400 referências de outros sítios pela Internet[2], incluindo o programa televisivo Olhar Digital da Rede TV!, a Revista Planeta de Janeirode 2010UOLGizmodoIDG Now!iMasters, e outros.
Em 7 de Janeiro de 2009 foi realizado o lançamento de seu blog com notícias sobre tecnologia ligada a ecologia e matérias exclusivamente ecológicas, sendo também o canal por onde informa mudanças e novidades.
Foi através desse canal que em 21 de Julho de 2009 realizou-se o anúncio da alteração de seu nome e endereço web para eco4planet[3], cuja sonoridade se utiliza do parônimo entre os termos em inglês four (número 4) e for (para), ou seja, o nome origina de ecology for planet, além de anunciar a entrada do portal no Twitter e uma nova seleção de papéis de parede.
Em postagem datada de 5 de Agosto de 2009 o eco4planet anunciou que plantará árvores de acordo com o número de acessos[4]. Desde então centenas de árvores foram plantadas[5] e o número cresce continuamente.


Retirado de Wikipedia

Do Yin Yang ao I Ching

O PENSAMENTO CHINÊS

Quando o Budismo chegou à China, por volta do séc. I da era cristã, encontrou aí uma cultura que possuía mais de dois milênios de existência. Nessa cultura antiga, o pensamento filosófico havia alcançado sua culminância durante o final do período Chou (apr. 500-220 a.C.), a idade de ouro da filosofia chinesa, merecendo desde então a mais alta estima.
Desde o início, essa filosofia apresentou dois aspectos complementares. Por serem um povo pratico, com uma consciência social altamente desenvolvida, os chineses contavam com escolas filosóficas voltadas, de uma forma ou de outra, para a vida em sociedade, com usas relações humanas, valores morais e governo. Esse, no entanto, é só um dos aspectos do pensamento chinês. Completando-o, encontra-se o lado místico do caráter chinês; este aspecto exigia que o lado mais elevado da filosofia deveria ser o de transcender o mundo da sociedade e da vida cotidiana e alcançar um plano mais elevado de consciência. Este é o plano do sábio, o ideal chinês do homem iluminado que alcançou a unidade mística com o universo.
O sábio chinês, contudo, não habita exclusivamente esse elevado plano espiritual; preocupa-se igualmente com as questões do mundo. Unifica em si mesmo os dois lados complementares da natureza humana - a sabedoria intuitiva e o conhecimento pratico, a contemplação e a ação social - que os chineses associaram às imagens do sábio e do rei. Seres humanos plenamente realizados, nas palavras de Chuang Tsé, "tornam-se sábios por sua tranquilidade, reais por seus movimentos".

Os chineses, à semelhança dos indianos, acreditavam na existencia de uma realidade ultima que é subjacente e que unifica todas as coisas e fatos que observamos.
Essa realidade é denominada o Tao, palavra que, originalmente, significava "o Caminho". É o caminho ou processo do universo, a ordem da natureza. Em tempos mais recentes, os confucionistas conferiram a esse termo interpretações distintas. Assim, falaram do Tao do homem ou do Tao da sociedade humana, entendendo-o como um modo de vida, num sentido moral.
Em seu significado cósmico original, o Tao é a realidade última e indefinível como tal, é o equivalente do Brahman induísta e do Dharmakaya budista. Difere, no entanto, desses dois conceitos indianos em razão de sua qualidade intrinsecamente dinâmica que constitui, na visão chinesa, a essencia do universo. O Tao é o processo cósmico no qual se acham envolvidas todas as coisas; o mundo é visto como um fluxo contínuo, uma mudança contínua.
O Budismo indiano, com sua doutrina da impermanência, tinha uma visao semelhante; contudo, ele se utilizou dessa visao simplesmente como premissa básica da situação humana, partindo daí para elaborar suas conseqüências psicologicas. Os chineses, por outro lado, não apenas acreditavam que o fluxo e a mudança constituíssem as facetas essenciais da natureza mas, igualmente, que existem padrões constantes nessas mudanças, que podem ser observados por homens e mulheres. O sábio reconhece esses padroes e dirige suas açoes de acordo com eles. Desse modo, ele se torna "Uno com o Tao", vivendo em harmonia com a natureza e logrando sucesso em tudo aquilo que busque levar a cabo. Nas palavras de Huai Nan Tsé, filósofo do séc. II da era cristã:
"Aquele que age em conformidade com o curso do Tao, seguindo os processos naturais do Céu e da Terra, acha fácil manipular o mundo todo."
Quais são, portanto, os padroes do Caminho cósmico que os seres humanos devem reconhecer? A característica principal do Tao é a natureza cíclica de seu movimento e sua mudança incessantes. "O retorno é o movimento do Tao", afirma Lao Tsé, e "afastar-se significa retornar". Essa idéia é a de que todos os desenvolvimentos ocorridos na natureza, quer no mundo físico, quer nas situações humanas, apresentam padrões cíclicos de ida e vinda, de expansão e contração.
Essa idéia deriva, sem dúvida, dos movimentos do Sol e da Lua e da mudança das estações, mas também era encarada como uma regra de vida. Os chineses crêem que sempre que uma situação se desenvolva até atingir seu ponto extremo, é compelida a voltar e a se tornar o seu oposto. Essa crença básica lhes dá coragem e perseverança em tempos de dificuldade enquanto os torna cautelosos e modestos em tempos de sucesso. Ela os levou à doutrina do meio termo, aceita tanto pelos taoístas como pelos confucionistas. "O sábio", afirma Lao Tsé, "evita o excesso, a extravagância e a indulgência".

A idéia de padrões cíclicos no movimento do Tao recebeu uma estrutura precisa com a introdução dos opostos polares yin e yang. São eles os dois pólos que estabelecem os limites para os ciclos de mudança:
O yang, tendo alcançado seu apogeu, retrocede em favor do yin; o yin, tendo alcançado seu apogeu, retrocede em favor do yang.
Na concepção chinesa, todas as manifestações do Tao são geradas pela inter-relação dinâmica dessas duas forças polares. Essa idéia é bastante antiga e muitas gerações aperfeiçoaram o simbolismo do par arquetípico yin e yang até que ele veio a se tornar o conceito fundamental do pensamento chinês. O significado original das palavras yin e yang correspondia aos lados ensombreado e enssolarado de uma montanha, significado este que nos dá uma boa idéia acerca da relatividade dos dois conceitos:
Aquilo que ora nos apresenta a escuridão e ora nos mostra a luz é o Tao.
Desde os primeiros tempos, os dois pólos arquetípicos da natureza foram representados não apenas pelo claro e pelo escuro mas, igualmente, pelo masculino e feminino, pelo inflexível e pelo dócil, pelo acima e pelo abaixo. Yang, o forte, o masculino, o poder criador era associado ao Céu, enquanto yin, o escuro, o receptivo, o feminino, o maternal, era representado pela Terra. O Céu está acima e está cheio de movimento; a Terra - na antiga concepção geocêntrica - está embaixo e em repouso; dessa forma, yang passou a simbolizar o movimento e yin o repouso. No reino do pensamento, yin é a mente intuitiva, feminina e complexa, ao passo que yang é o intelecto masculino, racional e claro. Yin é a tranquilidade contemplativa do sábio, yang a vigorosa ação criativa do rei.
O caráter dinâmico do yin e do yang é representado pelo antigo símbolo chinês denominado T'aichi T'u, ou "Diagrama do Supremo Fundamental":


Esse diagrama apresenta uma disposição simétrica do yin sombrio e do yang claro; a simetria, contudo, não é estática. É uma simetria rotacional que sugere, de forma eloquente, um contínuo movimento cíclico:
O yang retorna ciclicamente ao seu início, o yin atinge seu apogeu e cede lugar ao yang.
Os dois pontos do diagrama simbolizam a idéia de que toda vez que cada uma das forças atinge seu ponto extremo, manifesta dentro de si a semente de seu oposto.
O par yin-yang é o grande leitmotiv que permeia a cultura chinesa e determina todas as facetas do tradicional modo de vida chinês. "A vida", diz Chuang Tsé, "é a harmonia combinada do yin e do yang". Por se tratar de uma nação de agricultores, os chineses sempre estiveram familiarizados com os movimentos do Sol e da Lua, e com a mudança das estações. As mudanças sazonais e os fenômenos delas resultantes, do crescimento e decadência presentes na natureza orgânica eram encarados pelos chineses como as expressões mais evidentes da inter-relação entre o yin e o yang. Para os chineses, obtém-se uma dieta saudável balanceando esses elementos yin e yang.
A medicina tradicional chinesa também se baseia no equilíbrio do yin e do yang no corpo humano, sendo qualquer doença encarada como um rompimento desse equilíbrio. O corpo acha-se dividido em partes yin e yang. Globalmente falando, o interior do corpo é yang e sua superfície, yin; a parte posterior é yang, a dianteira é yin; dentro do corpo, existem órgãos yin e yang. O equilíbrio entre todas essas partes é mantido por intermédio de um fluxo contínuo de ch'i, ou energia vital, que corre ao longo de um sistema de "meridianos" que contém os pontos utilizados na acupuntura. Cada órgão dispõem de um meridiano associado, de tal sorte que meridianos yang pertencem a órgãos yin e vice-versa. Sempre que o fluxo entre o yin e o yang é bloqueado, o corpo adoece; a doença, contudo, pode ser curada fixando agulhas nos pontos de acupuntura para estimular e restaurar o fluxo de ch'i.
A interação entre yin e yang, o par primordial de opostos, aparece assim como o princípio que guia todos os movimentos do Tao. Os chineses, contudo, não param aí. Eles estudaram diversas combinações de yin e yang, que desenvolveram até atingir a forma de um sistema de arquétipos cósmicos. Esse sistema é elaborado no I Ching, ou Livro das Mutações.


Retirado do livro O Tao da Física - Fritjof Capra